As cores da semana

9 de abril

Bom dia! Hoje vou falar um pouco sobre as cores da semana. Para começar, é importante explicar que cada dia da semana é regido por um planeta (algumas línguas mostram isso, já mostro para vocês!), apresentando determinadas características específicas. Essa é uma das muitas influências da Kabbalah que podemos ter no nosso dia a dia mas e, como se trata de uma coisa simples e até divertida, vale a pena testarmos e ver o que acontece!

  • Domingo é regido pelo Sol (considerado um dos 7 planetas criativos na Kabbalah);
  • Segunda-feira é regida pela Lua;
  • Terça-feira, Marte;
  • Quarta-feira, Mercúrio;
  • Quinta-feira, Júpiter;
  • Sexta-feira, Vênus;
  • Sábado, Saturno.

Veja que os dias da semana, em espanhol e francês, respectivamente, são os próprios planetas (menos Sábado e Domingo):

  • Domingo/ Dimanche
  • Lunes / Lundi (= Lua)
  • Martes/ Mardi (= Marte)
  • Miércoles/ Mercredi (= Mercúrio)
  • Jueves/ Jeudi (= Júpiter)
  • Viernes/ Vendredi (= Vênus)
  • Sábado/ Samedi

E, em inglês, o Sábado é Saturday (praticamente Saturn Day = Dia de Saturno) e o Domingo é Sunday (Sun Day = Dia do Sol)! Ou seja, todo mundo sabe disso rsrsrsrsr, menos nós!!! Mas agora sabemos!

Continuando, cada um desses planetas carrega consigo algumas (muitas) características. Não dá para descrever TODAS elas em um post, mas vou falar resumidamente sobre as características POSITIVAS que podemos evocar ao usar as cores indicadas para cada dia da semana (todos os planetas tem positivas e negativas que podem ou não se desenvolver em cada pessoa e em cada situação, dependendo de diversos fatores). As cores podem influenciar física e emocionalmente, trazendo esperança, fé, devoção, saúde, graça… Mas como fazemos para atrair somente as características positivas dessas cores? Para isso, devemos tentar nos transformar em “cristais” – metaforicamente falando, balanceando nossos pensamentos, emoções, sentimentos, nos tornando mais puros e transparentes. Vamos a elas:

  • Para o Domingo, que é regido pelo Sol, podemos usar LARANJA. O laranja vai nos ajudar a trazer gratidão, devoção, generosidade, calor ao coração e o sentimento de sagrado.
  • Na Segunda-feira, regida pela Lua, a cor é VERDE. Essa cor vai trazer a sensação de estar nutrido (física, mental, emocionalmente), de cuidado, de nascimento para o novo. A Lua tem muito a ver com família, com os ciclos da natureza, ela cresce e mingua, está sempre se renovando.
  • Na Terça-feira, podemos usar VERMELHO. Ele vai reforçar as características de vitalidade e energia de Marte, força, paixão…
  • Quarta-feira é o dia de Mercúrio, o planeta do intelecto e da comunicação. A cor para esse dia é AMARELO: usando amarelo, vamos reforçar justamente o intelecto, a comunicação, a memória, a rapidez e precisão mental.
  • Quinta-feira é regida por Júpiter, o planeta da sabedoria e da expansão. Ao usar AZUL ESCURO ou AZUL MARINHO, fortalecemos a espiritualidade, favorecemos a meditação, o aprendizado daquilo que é mais elevado.
  • Sexta-feira é o dia de Vênus! Vênus é o planeta do amor, da beleza, das artes, moda… É legal usar alguma coisa BRILHANTE nesse dia, como dourado, prateado, ou alguma bijoux ou jóia que REFLITA, com cristais (strass) ou diamante. Atrairemos justamente as características da beleza, do bom gosto, do encantamento…
  • Por fim, Sábado é o dia de Saturno. A cor para esse dia é ROXO, trazendo vibrações elevada, força, espiritualidade, ajudando a nutrir a alma!

Não precisa sair vestido com a cor da cabeça aos pés, você pode usar uma pulseira, uma blusa, cinto, sapato… algum item que remeta ao planeta daquele dia. Comece a usar e sinta por você mesmo! Além das cores, comece a prestar atenção e tirar proveito das características de cada dia da semana. Por exemplo: Sábado é um ótimo dia para meditar e estudar coisas que tenham a ver com espiritualidade. Domingo é dia de ser feliz!!! Relaxar, rir, se divertir… Sexta-feira é um ótimo dia para fazer compras, ir ao salão se embelezar, namorar…  Quarta-feira é especial para estudos em geral e reuniões que precisem de acuidade mental. Terça ajuda quando precisamos de coragem, vitalidade, energia. Vá testando, se divertindo com as dicas preciosas da Kabbalah!

E depois, deixe seus comentários 😉

Beijos!

Kabbalah: Código 10

31 de março

“Seja verdadeiro em palavras e ações. Diga a verdade. Nunca minta ou calunie. A verdade o libertará.”

Dizer sempre a verdade também tem seus perigos e, para nos proteger deles, existem 3 perguntinhas que podemos fazer antes de sair por aí dizendo a verdade:

1) É necessário? (dizer essa “verdade”)

2) É verdade?  (realmente? ou é minha versão ou julgamento?)

3) É bom? (kind – com amor, para o bem)

Segundo Dr. Levry, a verdade dita na hora errada pode ser como uma bomba, extremamente danosa e destrutiva.

A verdade é a imagem mais pura do amor, mas só quando usada com amor e por amor. Quando você usa suas palavras para o negativismo, não importa quanta verdade você pense que elas transmitam, você estará usando a força divina da palavra para destruir. Sempre existe um jeito de dizer as coisas com bondade e amor e, se não houver, não diga.

Se só aprendermos uma coisa com a Kabbalah, que seja usar as palavras com sabedoria, para elevar, para construir. Toda causa tem um efeito, toda ação tem uma reação: a palavra constrói a vida. E as palavras negativas destroem.

Dr. Levry diz o tempo todo: “don’t gossip, don’t gossip, don’t gossip”, ou seja, não fofoque. Não use a divindade da sua boca e suas palavras para ficar falando mal dos outros, caluniando e denegrindo. Use essa mesma divindade para elevar e construir. Eu sei, é difícil. É um aprendizado de uma vida, porque muitas vezes, quando falamos mal de alguém, estamos mostrando como pensamos a respeito daquele determinado assunto, ou estamos querendo entender se estamos certos de pensar daquele jeito, reforçar uma ideia. Como eu já disse em um post anterior e fiquei de explicar depois, a ingenuidade extrema pode ser extremamente danosa e temos que ser capazes de entender e reconhecer que algumas pessoas são sim capazes de atitudes ruins e palavras más. E temos que saber como nos defender delas. Mas sempre há uma maneira melhor que as outras de fazer isso: com amor e compaixão. O que, de novo, não quer dizer ser ingênuo e não ver as coisas como elas se apresentam naquele momento. É que na Kabbalah sempre dizemos que todos os seres humanos e todo o Universo são UM e, sendo assim, todos partilham da luz, do amor… Mas nós sabemos que algumas pessoas, infelizmente, se distanciaram mais dessa fonte de amor e luz e são capazes de coisas ruins contra os outros. Temos que saber nos defender, viver como se só existisse o bem é vão. O que é importante notar é que no mesmo lugar em que existe o mau também existe o bem, um potencial prestes a desabrochar. Ninguém é 100% mau.

Voltando a falar em falar a verdade, sempre que eu ouço alguém dizer que adora pessoas autênticas que falam tudo o que pensam, sinto calafrios. Dizer tudo que pensa não é educado, não é bondoso e normalmente a pessoa parte do princípio que tudo que ela diz é realmente verdade e certo. O que esse código nos ensina é que nem sempre o que PENSAMOS que está certo ou é verdade realmente está certo ou é verdade: aquele é o NOSSO ponto de vista. Quantas vezes julgamos estar certos e depois vimos uma outra realidade e entendemos que só estávamos notando uma parte da questão? Quantas vezes julgamos alguém ou alguma coisa e depois entendemos que existia muito mais a ser considerado e que, no fim, a pessoa não estava tão errada como pensamos? É por isso que Dr. Levry diz para não fofocarmos, porque normalmente não compreendemos a VERDADE da situação, mas partimos do princípio de que a NOSSA VERDADE é a verdade de fato. Quantas vezes vimos essas pessoas tão “autênticas” ou nós mesmos, quando temos rompantes de “verdadeirisse aguda”, machucarem os outros injustamente com o seu julgamento precipitado da verdade? Eu já vi muitas vezes. O que eu quero dizer é que dizer a verdade tem que ser sempre COM AMOR e POR AMOR, não por orgulho, por ego ou qualquer outra coisa. E quando “soltamos a verdade” como uma bomba e descobrimos que não era nada daquilo que estávamos pensando? Porque soltamos a verdade sem amor.

Mas, falando agora da fofoca, como fazemos quanto estamos perto de pessoas que estão fofocando, ou seja, não fomos nós que começamos? Podemos sair de perto. Se não der, podemos pensar coisas positivas, fazer uma oração ou tentar mudar o rumo da conversa, puxando outro assunto. Eu sei que é difícil e eu me pego diversas vezes fazendo alguma fofoquinha: como eu disse, temos esse jeito de expressar nossa opinião. Mas  acho legal pensarmos que, da maneira como o código se apresenta, ele diz para dizermos a verdade! Deixarmos de nos omitir. Ou seja: quando alguém faz alguma coisa que não achamos legal, se conseguirmos expressar aquilo com amor e por amor, podemos conseguir resultados maravilhosos e libertadores sem que precisemos ficar fofocando e falando mal da pessoa. Muitas vezes, descobriremos que a pessoa nunca pensou que tivesse feito o que fez, por exemplo. E pode até agradecer por termos dito. Podemos tentar, não? Eu sei que é difícil, mas… temos a vida toda para tentar!

Por fim, a verdade também tem que ser dita por nós para nós mesmos. Isso exige auto conhecimento e aceitação, para não agirmos contra a nossa verdade, os nossos valores e crenças. Porque viver longe da nossa própria verdade dói mais do que qualquer outra coisa e nos leva a caminhos diferentes daqueles em que realmente queremos estar. É necessário pensar quem queremos ser, como queremos ser  e onde queremos estar e, então, agir com verdade: “seja verdadeiro em palavras e ações”, seja coerente! Vamos tentar?

Boa semana para todos, namastê!

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Cadê o Marcelo?

28 de março

O Projeto Marcelo na medida sumiu, né? Rsrsrsr… Vou explicar o que acontece! O emagrecimento estacionou. Ele fez tudo direitinho por mais um mês (depois de perder os primeiros 5 kgs) e nada! Aí qualquer um desanima, né? Nem um quilo a mais sequer… Como eu nunca quis mesmo que ele fizesse essa dieta sem nenhum carboidrato, já que ele já fez isso muitas vezes na vida, tem colesterol alto e mais um monte de coisa, preferia que ele fosse fazendo aos poucos uma reeducação e encontrasse o equilíbrio. Então, há mais ou menos 3 semanas, por aí, ele não está seguindo nenhuma dieta específica, só tentando fazer a proteína uma vez por semana, como na fase de manutenção (começando essa estratégia essa semana). Está fazendo mais exercício e comendo menos, exagerando menos. O resultado: ele também não emagreceu mais, nem engordou. Pelo menos está mais feliz!!! Rsrsr… E, na minha opinião, se ele seguir assim para sempre, com um pouco mais de equilíbrio, vai acabar emagrecendo, mesmo que seja mais devagar.

Eu fiquei devendo a receitinha do muffin de chocolate, vou passar para vocês. E vou confessar: quase todos os doces da Dieta Dukan tem um gosto muito parecido rsrsrs, já que os ingredientes permitidos são os mesmos. Fora do Brasil (principalmente na França, de onde o médico Pierre Dukan é) eles podem lançar mão de diversos aromas diferentes. Aqui no Brasil a gente só encontra o de baunilha – pode ser que tenha os outros, mas eu não encontrei! Lá, eles têm aroma de manteiga, de côco, de frutas vermelhas, de chocolate, de tudo que você puder imaginar. E aí as receitas podem ficar com sabores mais diferentes, né?

Ingredientes: 

– 4 ovos

– 12 colheres de sopa de farelo de aveia

– 4 colheres de sopa de iogurte natural desnatado

– 1 colher de sopa de adoçante líquido (fiquei em dúvida: adoçantes “normais” líquidos podem ir ao forno?? coloquei o em pó específico de forno e fiquei na dúvida sobre a quantidade – coloquei 2 colheres de sopa – porque o líquido normalmente adoça mais que o em pó – e achei que ficou muito doce, colocaria só uma colher de sopa mesmo).

– 1 colher de chá de fermento em pó químico

Sabores: 2 colheres de café de chocolate em pó (sem açúcar); raspas de limão, 1 colher de café de canela em pó, 1 colher de sopa de café, 1 colher de sopa de aroma de laranja…

Modo de preparo:

– Preaqueça o forno a 180 graus

– Separe as gemas das claras e bata as claras em neve

– Misture todos os outros ingredientes (menos o “sabor”) e adicione as claras em neve e, por último, o sabor.

– Despeje a massa em forminhas de silicone para muffins e leve ao forno a 180 graus por 20 a 30 minutos, monitorando o cozimento.

E bom apetite!!!

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O poder da mente

19 de março

Esses dias cheguei de uma consulta médica meio desanimada (médicos muitas vezes nos assustam sem perceber), quando dei de cara com esse vídeo em um dos meus emails. O motivo do meu susto não é nada relevante, por isso nem vou entrar em detalhes: está tudo ótimo com a minha saúde! 😉

O vídeo está em inglês e no canto inferior direito da tela do vídeo, ao lado de um reloginho, tem a opção de legendas em inglês, espanhol e hebraico (rsrsrsrsrs)… Para quem fala inglês ou espanhol (ou hebraico!), ótimo. Para quem não fala, vou contar um pouquinho do que diz o vídeo aqui no post.

Para ver o vídeo, clique no link abaixo:

Efeito Placebo: como nossa mente cura nosso corpo!

O vídeo é um daqueles TED Talks, onde especialistas de todo o mundo discutem opções para uma vida melhor em diversos aspectos, incluindo espirituais e emocionais. Não precisa necessariamente ser um especialista, pode ser alguém que tenha passado por uma experiência de vida que tenha algo a ensinar, que possa melhorar a vida das pessoas e fazê-las refletir. O “sublink”para o TED é “ideas worth spreading”, ou seja, ideias que vale a pena espalhar.

Bom, enfim… esse vídeo é de uma médica que foi estudar se a mente realmente podia curar o corpo e, se sim, se havia evidências científicas capazes de comprovar isso mesmo a médicos como ela mesma. E ela chegou à conclusão de que essa prova existe há mais de 50 anos e é nada mais nada menos que o chamado efeito placebo. Ela conta a história de alguns pacientes que tomaram placebos acreditando serem medicamentos novos e super potentes e que melhoraram sensivelmente. Porém, quando o médico dizia que o remédio não estava fazendo efeito, eles pioravam novamente. Também contou histórias de pessoas a quem foi dito que elas tinham X tempo de vida e, exatamente após X tempo, elas morreram. O papo todo tem 18 minutos, ela conta em detalhes algumas histórias, mas o importante é que reforça a ideia que eu sempre coloquei no blog: nossa mente manda sinais para as nossas emoções, que direcionam o nosso corpo. Temos que nos sentir bem, assim nosso corpo ficará bem (já ouviram alguém dizer isso? ah, sim, eu!!! kkkkk). Por isso eu usava maquiagem no hospital, especialmente blush para ficar coradinha. Por isso eu usava minhas melhores roupas, cuidava da unha, da pele… E por isso continuo fazendo isso, sempre. Quando a gente passa essa imagem visual para nós mesmas através do espelho, nos SENTIMOS bem, enviando mensagens para o nosso corpo ficar bem. E passamos essa imagem para os outros também.

A médica também disse que no caso do placebo, o importante é o paciente sentir que alguém está tomando conta dele, é acreditar que vai ficar bem e sentir que ele mesmo está fazendo o que pode por ele. Por isso, ela diz que é importante que as pessoas tenham um curador, médico, psicólogo, enfim, algum profissional da saúde e do bem estar que ele sinta que está tomando conta do seu caso. E que essas pessoas têm um importante papel em fazer essas pessoas acreditarem que vão ficar bem.

O meu oncologista, Dr. Jairo Sobrinho, sempre cumpriu muito bem esse papel. Desde o começo ele me disse que ia ficar tudo bem. E que eu não voltaria a ficar doente. Se ele estava dizendo, quem era eu para discordar? Rsrsrs… E, então, essa certeza sempre esteve comigo! Depois, eu soube pelo Marcelo que ele tinha diversas dúvidas e preocupações, mas eu AGRADEÇO por ele não ter me dito. Soube no primeiro PET Scan de reestadiamento (que fazemos no meio do tratamento para saber como nosso corpo está reagindo) que  eu tinha o linfoma espalhado por 16 pontos do meu corpo. Nesse PET, eu já não mostrava mais sinais de linfoma em nenhum deles. Como eu agradeci por não saber antes que o linfoma estava espalhado por tantos lugares! Essa é a minha opinião, ok? Respeito alguém que pense diferente e que prefira saber tudo mas, de qualquer forma, temos que nos manter positivos e acreditar. Essa maneira de pensar e ver as coisas serve para mim porque sou muito disciplinada e faço direitinho o que o médico diz que preciso fazer, ou seja, saber ou não da gravidade do caso (que já era grave suficiente de qualquer forma) não impacta tanto minhas ações como paciente, o que pode ser diferente para algumas pessoas que só agem como precisam se sabem que o caso é realmente muito grave. Tem gente que nega o problema, o que não é meu caso. Acho importante saber do problema, respeitar o que precisa ser feito e fazer. Simples assim! Sem negar nada, sem alienação, mas com aceitação e confiança.

Voltando ao vídeo e ao efeito placebo… o que podemos fazer para que a nossa mente mande sinais positivos para o nosso corpo? Meditação, yoga, exercícios físicos, exercícios de respiração, orações, boa alimentação, pensamento positivo, auto-conhecimento… Também podemos nos cuidar no sentido “vaidoso” da palavra, cuidar da pele, do cabelo, da aparência… passando assim a imagem de uma pessoa segura, auto-confiante, que se ama e se cuida. Essa imagem reflete de volta para nós mesmos e nos faz sentir assim: confiantes, seguros, amados. Se valorizar é importantíssimo! Ser egoísta? Ninguém está dizendo isso, afinal, cuidar de si não significa não cuidar dos outros, certo? E se sentir bem não significa se sentir “melhor que os outros”, não precisamos nos comparar. Só precisamos nos sentir BEM!!!

Enfim, o post de hoje reforça (com o vídeo do TED) que nossa mente tem SIM poder sobre o nosso corpo e tem poder de cura. Por isso, pensem positivo, se amem, se cuidem, rezem, meditem, façam o que for preciso para se sentirem bem!!!! E, assim, seu corpo vai responder à altura! Não temos o controle de tudo que acontece e às vezes nem percebemos que não estamos positivos. Mas, quando qualquer problema se concretizar (porque problemas existem), vamos lembrar que a mente tem um poder muito maior do que imaginamos e usá-la para a nossa cura.

Namastê!

 

 

Kabbalah: Código 9

14 de março

“Seja humilde, gentil, modesto, generoso e respeitoso com os outros. Nunca seja rancoroso”

Depois do meu desabafo esse é um bom tópico: voltar aos códigos da Kabbalah. E o Código 9  veio como uma luva! Fiquei pensando depois de tudo que escrevi e tudo aquilo me incomodou muito. Nas últimas semanas estive em situações em que precisei me colocar e dar opiniões desagradáveis, desconfortáveis, tanto no trabalho como em família e mesmo no blog. Desconfortáveis porque às vezes eu penso que preferia ficar o dia todo meditando no topo de uma montanha sem ter que lidar com as mazelas da vida, sem ter que entrar em conflito com ninguém, sem precisar criticar ou ser criticada… só com sentimentos de amor e luz! É uma delícia quando conseguimos estar lá (nesse lugar interno de paz)! E é mais fácil. Mas… como eu sempre digo, é essa a vida e ela tem coisas boas e ruins. E isso significa que, a não ser que você queira ser omisso e viver lá, isolado no topo da montanha, vai ter sim que se colocar em algumas situações e isso pode ser bem desagradável. Para mim é desgastante.

Então, o que isso tudo tem a ver com o Código 9? Que, mesmo nas situações em que precisamos nos colocar, podemos tentar ser humildes e gentis. Podemos – e devemos – ter generosidade e respeito com o outro. Pode ser que o outro esteja errado, mas pode ser que simplesmente nunca tenha sido dada a ele a oportunidade de pensar sob aquele ponto de vista. Pode ser que ele nunca tenha passado por aquela situação e, portanto, não saiba o que dizer ou o que fazer. Pode ser que ele tenha sido criado sem as ferramentas que o ensinassem a lidar com determinada situação. E, por isso, com respeito e gentileza, entendemos que cada um está onde precisa estar naquele momento. Isso diminui qualquer rancor que possamos sentir. Tudo que eu estou dizendo vale em todas as situações e para todas as pessoas. Não estou me referindo ao desabafo que fiz no último post somente, mas vale para ele também. Nesse caso, eu posso ser gentil e humilde entendendo que cada um que já fez algum daqueles comentários tinha boas intenções – de fato, acredito que tinham! Vale também para quem pode já ter dito aquelas coisas para mim ou para qualquer outra pessoa passando por qualquer problema – e isso inclui eu mesma, porque eu garanto que já devo ter falado uma besteira para alguém, simplesmente porque não sabia algo melhor para dizer. Vale para lembrarmos que é muito mais rico nos colocarmos no lugar do outro e simplesmente OUVIR o que ele está sentindo e o que ele tem a dizer, sem julgamentos e pressas em dar a sua opinião – que é nada mais nada menos que a SUA opinião, ou seja, ela pode não servir em nada para aquele que a ouvir. É bem importante aceitarmos isso… E, por fim, tudo isso vale para praticarmos com alguém importante: nós mesmos. Quando fazemos ou dizemos algo de que nos arrependemos, podemos praticar o Código 9 conosco, sendo humildes e modestos aceitando que não sabemos tudo. Sendo gentis com os nossos próprios erros, generosos e respeitosos com a nossa natureza falha. E evitando ficar remoendo como uma espécie de rancor a si mesmo. Se tiver como consertar, conserte. Se não tiver, perdoe a si mesmo e use como lição para a próxima. Viver é uma arte difícil, mas que vale a pena. Com amor, respeito, generosidade e humildade! E sem rancores, por favor!

Namastê!