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Chloe Replica Bags Eventually he moved to San Francisco, where he sued City Hall for not doing enough to clean up litter and graffiti. He also played a major role in the suit against the manufacturers of Oreo cookies and the entire trans fat industry over the health impacts of its products. (He withdrew the lawsuit within days, saying the publicity generated by the act of filing the suit educated consumers about the hidden dangers of trans fats.) Chloe Replica Bags.

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Replica Hermes Birkin Time Warner Inc. Named Bill Nelson chief executive of the Home Box Office cable television channel, replacing Chris Albrecht, who was fired last month. Nelson Hermes Birkin Replica, 58, was promoted from chief operating officer of HBO, Time Warner said. “A Civil Action” comes close, achingly close, to greatness. Finely cast Replica Hermes Bags, classically shot, written and directed with sureness and skill and based on a book compelling enough to stay on bestseller lists for two years, it’s a story told so confidently and well that it seems fated to succeed. Robert Duvall, who plays a lawyer for one of the accused companies, insists that truth can only be found “at the bottom of a bottomless pit.”In Defense of Courtroom Advocates Replica Hermes Birkin.

Hoje é um dia realmente muito especial… Comemoramos a Páscoa, a ressurreição de Cristo e o renascimento da luz, da fé o do amor nos nossos corações e nas nossas vidas. Nesse mesmo dia, comemorei o batismo da minha primeira afilhada, a Maria Eduarda, essa coisa linda!!!

Ela é filha da Claudinha (irmã do Marcelo) e do Felipe. O lugar escolhido para o batizado foi uma espécie de convento, bem reservado, cheio de freirinhas e de muita luz! Tudo lá inspirava sabedoria, respeito e amor. A cerimônia foi linda, emocionante, lembrando de como é “coerente” celebrar um batizado na Páscoa: é o dia de nascermos na Igreja e renascermos na fé!

Junto com tudo isso, não consigo deixar de lembrar da minha Páscoa do ano passado, ainda em tratamento, de peruca, contando os dias para a última sessão de quimioterapia.

Lembro do meu sentimento no ano passado, refletindo sobre o meu renascimento, sobre como eu estava renascendo, como tive a oportunidade de mostrar a minha força durante essa doença, sobre como tive oportunidade de estreitar laços e de aumentar e transformar a minha fé. Eu pensava: “estou passando por todo esse sofrimento,mas toda vez que se vai construir algo, se destrói outra coisa antes”. Ou seja, sabia que estava passando por um momento transformador e naquela Páscoa me sentia literalmente renascendo. Lembram que eu disse que tinha até uma música que me emocionava muito nesse período? “You shoot me down, but I won’t fall, I am titanium….”.

Portanto hoje, com a Duda no colo, naquele lugar cheio de paz e cheio de história, ouvindo o lindo sermão do padre, fiquei realmente muito emocionada, pensando em tudo que me trouxe até aqui. Muitas coisas morreram, muitas coisas nasceram, muitas renasceram…. E hoje sou mais forte, mais madura, mais feliz e mais completa. Agradeço a Deus por estar sempre comigo e por ter me trazido até aqui, da maneira que for. Agradeço por cada bênção que tenho na minha vida, e isso inclui meu marido e toda a família dele, os pais da Duda e essa princesinha que enche meu coração de tanto amor. Agradeço os meus pais e os meus irmãos que também estiveram comigo a cada segundo, desde que eu nasci, seja para brigar e fazer crescer como para brigar só para mostrar que estão ali, assim como para rir e amar e dividir ovos de Páscoa!

Estou escrevendo regularmente textos de yoga e saúde para uma revista que no Brasil ainda é só digital, chamada FOCUS LIFE (http://www.playtac.com/pt/news-O-controle-e-o-desapego/64). O último texto foi sobre o controle e o desapego. Aqui vai!!!

“Uma  das coisas que mais ouvi desde que comecei a ser praticante de yoga, há 13 anos, é que devemos praticar o desapego se quisermos realmente ser felizes.  Como Yoga é união corpo-mente-espírito, aprendemos muito sobre nós mesmos nas aulas, sobre como podemos nos relacionar melhor com o nosso corpo, com a nossa mente e com o nosso espírito com o objetivo de alcançarmos o bem-estar, a felicidade, o “êxtase”. Como o Yoga vem do Oriente,  muitos dos recursos utilizados para nos trazer todo esse conhecimento vem das religiões e ensinamentos orientais. Inclusive, é por isso que se dá a confusão entre Yoga e religião, especialmente as religiões orientais como o Budismo.

Buddha disse que a principal causa do sofrimento humano é o apego. Nos apegamos aos nossos desejos, às nossas crenças, valores, vontades, aversões, tristezas, dores, aos nossos bens materiais, aos nossos relacionamentos, aos nossos trabalhos… Nos apegamos a ponto de pensarmos que não somos nada sem tudo isso. Na religião Católica, também se diz que devemos confiar em Deus, abandonar nossos problemas nas mãos Dele e, assim,  poderemos ser felizes. E lembro aqui de um livro que li do Eckhart Tolle, “O Despertar de uma nova Consciência”, onde ele conta um pouco da sua história… Ele disse que um dia, tomado por uma depressão profunda, acordou dominado pelo pensamento (e vontade) da morte, para não mais ter que lidar com a sua vida, que considerava horrível, sem graça e sem sentido. Então, ele pensou: “não aguento mais conviver comigo mesmo”. Nesse momento, ele teve uma iluminação profunda: quem era o “eu” que não aguentava mais viver com “ele mesmo”? Como assim? Havia dois “eus”? E ele entendeu que o primeiro “eu” era o seu eu verdadeiro, a consciência por trás dele mesmo e que, na verdade, isso era ele. O resto eram apegos e ilusões mundanas, apegos ao que ele acreditava querer, ao que ele acreditava precisar ter para ser feliz e que, no momento, não tinha. Entendendo que ele era a consciência e não os apegos, foi tomado por um sentimento de liberdade suprema e sua vida tomou novos rumos. Ele era dono de si, da sua vida e da sua felicidade. Ele mesmo estava criando as barreiras que o impediam de ser feliz! Querer ser famoso, bem-sucedido, ter amigos, uma barriga tanquinho ou qualquer outra coisa assumindo que só assim terá felicidade trata-se de apego e esse apego nos torna infelizes, frustrados.

Não estou aqui dizendo que é errado querer qualquer uma dessas coisas, afinal, quem não quer? Só estou dizendo que atrelar sua felicidade a isso é insano e com certeza não permite uma felicidade suprema, uma vez que sempre vai ter alguém que tem mais amigos, mais dinheiro, uma barriga mais chapada, roupas mais bonitas e por aí vai. Quando entendermos que nossa felicidade depende do nosso desapego, da falta de necessidade de controlar todos os fatores ao nosso redor, é justamente aí que podemos ser felizes e completos. E a contradição é que é quando abrimos mão do controle que podemos controlar e ter a tão sonhada felicidade: quando abrimos mão da necessidade de controle sobre todos os fatores que podem influenciar nosso estado de espírito, permitimos que Deus entre e tome o seu espaço; permitimos que o Universo mostre o caminho…

 

É através da falta de necessidade de controle que podemos ser guiados pelo Divino que existe em nós. Ele está lá, em cada um, esperando uma brecha para se manifestar, para nos mostrar o caminho, mas normalmente estamos muito ocupados tentando encontrar esse caminho com a nossa mente, com o nosso presumido bom senso e sabedoria. É só quando nos rendemos ao não-controle que permitimos que o divino se manifeste e mostre o caminho, a verdade, a vida sem limites, sem barreiras, sem entraves. A sensação de liberdade, de contentamento, de energia, de estar onde se deveria estar quando se permite que algo maior nos guie é algo indescritível, é o sentimento supremo de amor, ao contrário do que sentimos quando nos apegamos, quando estamos querendo controlar, quando estamos querendo definir… Se quisermos controlar o caminho da felicidade, a estrada mais curta é abrirmos um pouco mão do controle, do apego, por pelo menos 15 minutinhos diários durante a nossa meditação… Vamos tentar?”


Suco do Vivo

20 de março

Gente, o Instagram é minha nova paixão! Como é que só me rendi agora? É só colocar uma imagem (e uma imagem vale mais que mil palavras rsrssr) e um “mini post”- assim não tem desculpa para sumir, né? Bom, quem me segue por lá (estou como heloorsolini para quem quiser seguir!) deve ter visto a foto que postei ontem indo para a academia às 06h20 da manhã, num frio de 16 graus e segurando uma garrafinha escrito “Suco do Vivo”. Então, como tinha prometido, aqui vai um post sobre ele.

Conversando com a minha amiga Carol Cassou, do The Gallerist (www.gallerist.com.br), que é também bem natureba (além de linda e muito querida), ela me contou que tomava um suco verde todas as manhãs, o Suco do Vivo. Eu já tinha lido sobre ele na Prana Yoga, mas não sabia bem como funcionava esse esquema de entrega diária.  Então, resolvi me informar melhor e fiquei encantada!
Em primeiro lugar, vocês sabem que sou fã do suco verde por causa dos benefícios que ele traz para a saúde. Todo mundo sabe que é recomendado consumir várias porções de verduras, legumes e frutas todos os dias, mas na prática poucas pessoas conseguem. Tomar um copo de suco verde equivale a consumir diversas porções de uma só vez! O suco é coado num voil bem fino e leva todo o valor nutricional dos ingredientes direto para a nossa corrente sanguínea. Está certo que deixa as fibras de lado, super importantes para o funcionamento do intestino, mas justamente por não ter que “se preocupar” em digerir e absorver essas fibras, ainda mais quando tomado em jejum como primeira refeição do dia, o suco é imediatamente digerido, nutrindo todas as nossas células e dando um verdadeiro banho de energia!!! E diversas pessoas relatam que ele ajuda sim o intestino a funcionar melhor, porque na verdade ele ajuda todo o organismo a funcionar melhor: cabelo e pele ficam mais bonitos e até a retenção de líquidos diminui (= menos celulite!). Além de tudo isso, quando nossa primeira refeição é assim tão nutritiva e saudável, nos sentimos bem cuidadas e temos vontade de continuar assim o resto do dia, evitando alimentos que intoxicam, engordam e pioram o funcionamento do nosso organismo. E, como somos o que comemos (nesse caso, bebemos!), somos bem melhores com o suco hahah!!!
Mas reconheço que é chato e trabalhoso fazer o suco todos os dias em casa: a centrífuga dá um trabalhinho bom para lavar, temos que ter todos os ingredientes frescos à mão e, mais importante, saber como combiná-los. Por isso a ideia do Suco do Vivo é tão boa! Conversei com a Silvia, fundadora da empresa, e ela me explicou que tem uma equipe que produz o suco de madrugada e entrega nas casas dos clientes. A garrafinha chega na sua casa antes das 06h da manhã, todos os dias (de segunda a sexta) e você paga um valor mensal (por enquanto, a entrega é feita somente em São Paulo – capital; se alguém souber de produtos semelhantes no interior ou outros estados me avisa que eu compartilho!). Imaginem que prático para quem, como eu, trabalha o dia inteiro e sai de casa às 06h para ir para a academia!!! É só acordar, se trocar e passar na portaria para pegar o seu “café” da manhã! O suco é perfeito para quem malha logo cedo, fornecendo carboidratos de rápida absorção. Ele é feito sem adição nenhuma de água, açúcar ou adoçantes artificiais. A água é extraída da maçã, pepino ou chuchu. Depois é acrescentado algum grão germinado (que varia para obtenção de nutrientes diferentes), uma raíz (inhame, batata-doce, batata yacon, abóbora ou cenoura), hortaliças (folhas de couve, acelga, alface, hortelã, erva-doce, erva-cidreira etc) e um pouco de gengibre. Vale lembrar que a energia presente nos grãos germinados que estão em processo de explosão energética tem seu valor nutricional milhares de vezes ampliado. Além disso, o suco também leva a grama do trigo, que possui alto teor de clorofila, contendo moléculas de magnésio que são complementares às moléculas de ferro do nosso sangue. Então, a clorofila nutre, reestrutura e desintoxica nosso sangue. E preciso dizer porque sei que muitas pessoas vão me perguntar: é uma delícia! Pelo menos eu acho… Tem um sabor de suco de maçã (um pouco menos doce e mais concentrado) com um leve toque de gengibre, às vezes com gostinho de hortelã ou erva doce, hummmm….
Enfim, gente… tomar esse suco é garantir ao seu precioso organismo uma injeção de saúde e energia! A Silvia também me contou a sua história e como o suco entrou na vida dela como uma missão para ajudar a melhorar a vida das pessoas! Achei demais, porque é parecido com o que eu penso a respeito do blog. Qualquer dia espero que ela conte a história toda aqui no blog 😉 (olha a pressão rsrsrsr).
Se quiser mais informações ou virar assinante, é só entrar no site: www.dovivo.com.br.