E agora… (by Marcelo)

24 de fevereiro

Depois da tempestade vem a calmaria.

Não me lembro desde quando escuto esta frase, mas com certeza ela conforta e traz esperança.

Como vocês sabem a Helô passou por um ano bem difícil e isso refletiu fortemente na minha vida. Paramos tudo, e focamos quase todas as energias em vencer  um Linfoma nada esperado. Ela  conseguiu!!!

Estas dificuldades  acontecem com muitas pessoas e cabe a cada um escolher como enfrentar. Neste caso o meu conselho seria: assuma as rédeas,  enfrente o problema de frente, tenha uma postura positiva, foque na solução e peça ajuda. Isso só vai te ajudar, mas eu queria escrever um pouquinho sobre “o depois  da tempestade”,  sobre o monte de coisas boas que dá para tirar de uma fase dificil que vivemos, sobre uma nova perspectiva de vida que você adquire, sobre se importar com pessoas ao seu redor sem ao menos conhecê-las.

Depois do resultado do final do tratamento que registrava a cura da Helô muitas mudanças vieram. Não falo tanto sobre  as mudanças de rotina, da carreira da Helô etc (que foram grandes também), mas sobre as mudanças de como pensar e sentir. Acredito que a mudança de comportamento é uma consequência disso. Parece  que a partir do momento que realmente entendemos que não temos controle do amanhã e que por isso o hoje é a  única certeza que temos, passamos a viver de uma maneira diferente. Vivo mais conectado com os meus valores, mais generoso com todos ao meu redor  e tentado encontrar algumas resposta que antes eu preferia não prestar tanta atenção.

Durante o tratamento, tinha dias que eu não queria acordar, dias que eu entrava no banho e não queria sair… eram os minutos que eu tinha para chorar , me encher de forças e enfrentar tudo de novo. Colocar a Helô para cima era minha única opção.

Para mim,  tudo que fazemos e sentimos  reflete  fortemente em tudo na nossa vida. Durante este período alguns pratos caíram. A minha saúde ficou esquecida, meu trabalho foi afetado fortemente e com certeza me distanciei de outras pessoas que gosto muito. Mas isso passou!!! Ufa.

Hoje tudo começa a se encaixar novamente, os projetos no trabalho são bastante promissores, os encontros  com os amigos e família são mais frequentes do que antes e passei   a  respirar com  mais calma.

Ter uma nova visão da vida faz toda diferença, você passa ser mais cuidadoso, escolhe melhor as briga” que valem a pena e quer viver cada minuto da maneira mais intensa possível. O  tal do  “passa tempo”  sai do seu vocabulário, a vontade de viver realmente muda e você transborda de energia. Tudo parece ter um sabor diferente!

Sim, os problemas ainda existem. Temos medo do câncer voltar, a Helô ainda sofre com alguns efeitos do tratamento  (incluindo fortes alterações hormonais com as quais não é fácil lidar nesse dia a dia já corrido e com tantas exigências) e os problemas da vida cotidiana não mudaram. O que mudou é a maneira como passei ver a vida, com muito mais amor e esperança.

Bem-vindos ao período do pós!!!

E agora?

22 de fevereiro

Bom dia!!! Estou com um problema no blog… Sempre gostei de escrever sobre situações do dia a dia, reflexões sobre pessoas e acontecimentos. Mas agora que eu estou bem e minha vida voltou ao “normal” – entre aspas porque ela não está nada normal com tantas mudanças – não posso mais ficar escrevendo essas coisas! Como passo a maior parte do dia  no meu trabalho, claro que tenho vontade de comentar situações que acontecem por lá. Mas acho que nem preciso explicar porque não posso, né? E meus assuntos não são falar mal de ninguém ou do trabalho, não! Só queria comentar mesmo e fazer reflexões sobre coisas que acontecem em geral, mas é complicado. Agora que eu fiquei boa e não estou mais em casa o tempo tudo, tudo que eu disser as pessoas podem achar que é um recado. Mesmo no meu casamento, porque agora tem pessoas que estão muito próximas de mim no dia a dia e eu não me sinto tão confortável de ficar falando coisas do meu casamento… Além disso, no meu trabalho como headhunter lido com muitos candidatos e clientes e imagina se eles entram no meu blog e vêm tanta coisa da minha vida pessoal? Tenho que ter uma certa distância, né?

Estou num momento de muitas mudanças profissionais e às vezes gostaria de escrever sobre elas. Essas mudanças também têm impacto no meu casamento, mas escrever sobre isso aqui não é uma boa estratégia, definitivamente. Acho importante eu falar tudo isso porque muita gente reclama de blogueiras que escreviam enquanto estavam doentes e depois “esquecem” o blog. Sinto um dever de explicar um pouquinho porque isso acontece. Inclusive, quando estamos em tratamento, tudo que escrevemos tem uma leitura diferente. As pessoas lêem com mais condescendência, com mais aceitação. Depois que ficamos boas, existe um olhar mais crítico, como se nunca tivéssemos ficado doentes. E isso em geral, inclusive entre pessoas mais próximas. A vida volta realmente com tudo, com as partes boas e ruins.

Nunca fiz terapia, nem quando estava em tratamento – o blog era minha terapia. Mas agora que preciso ter mais cuidado com as coisas que vou escrever, creio que seria uma boa opção. É mudança demais para uma pessoa só!!! Passei pela doença, pela cura, mudei de profissão, de estilo de vida, tenho menos tempo para praticar yoga e meditação que são coisas que tanto me equilibram… Ando acordando às 5h50 para ir para a academia, vou para o trabalho e chego em casa mais de 20h, sem contar quando tenho algum compromisso à noite. Bem diferente da minha vida de modelo e de quando estava doente e tinha bastante tempo para cuidar de mim. Preciso aprender a lidar com essa nova realidade e com o grau de exigência – de todos os lados.

Enfim, quis escrever esse post para explicar o motivo de algumas mudanças no blog, já que os textos de reflexão que eu sempre amei andam ficando mais escassos. O apelo da saúde é o que mais me agrada. Aceito sugesões – para todas as colocações feitas! Só quero que saibam que não esqueci o blog nem deixei de lado, é mesmo uma questão de mudança de momento de vida que não me permite continuar escrevendo sobre as mesmas coisas….

Bom, vou ficando por aqui porque estou atrasada rsrsrsrsrs…. Já voltei da academia e ainda preciso tomar banho e me arrumar!!!!!!!!!

Os Miseráveis

17 de fevereiro

Ontem fui ao cinema com o Marcelo assistir “Os Miseráveis”. Meu Deus, que FILME MARAVILHOSO! Acho que é o filme mais deslumbrante que eu já vi em toda a minha vida. Sempre adorei cinema e nos últimos tempos vinha sentindo falta de bons filmes. Agora veio uma leva! Quero ver todos…

Por que gostei tanto assim dos Miseráveis? Por tudo. A produção, na minha opinião, é fantástica. A direção (Tom Hooper), o figurino, a trilha sonora, os atores, a história em si (inspirada no clássico de Victor Hugo)… Para quem não conhece, o enredo acompanha toda a miséria sofrida pelo povo francês na época pré-revolução.A trilha sonora é de arrepiar, a música faz a “cama” perfeita para os acontecimentos. São 2h37 de filme em que eu fiquei com os olhos (molhados) grudados na tela. A atuação dos atores me comoveu: como alguém é capaz de doar a vida daquela maneira para os personagens? Anne Hathaway, Hugh Jackman e Russell Crowe trasmitem tanta verdade que eu ficava arepiada. Não só eles, mas especialmente. Agora, o que mais me chamou atenção foram os VALORES. Em primeiro lugar, o perdão. Depois de acontecimentos horríveis, o perdão vem uma, duas, três… diversas vezes. Então, a entrega de si mesmo e dos próprios objetivos ao bem comum ou ao bem do próximo: solidariedade. Tudo isso, claro, vem em decorrência do amor, tanto ao próximo como a Deus. A vontade é de sair do cinema fazendo o bem!!! E dá até uma tristeza, uma vergonha de vivermos num mundo muitas vezes tão egoísta, tão individualista, julgador e alienado.

Enfim… o filme é simplesmente deslumbrante. Imperdível, merece todos os 8 Oscars indicados. Eu adoraria que todos nós nos tornássemos mais solidários, amorosos, altruístas, justos… o filme é um pequeno empurrãozinho!

Fotos: reprodução.

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