MOXI is slated for a summer 2016 opening and is expected to attract 95,000 visitors a year. Board members say MOXI will host more than 15,000 school children a year for a Common Core program, and all local students who visit will receive a free Family Pass. Organizations such as the Boys and Girls Club, Transition House, Girls Inc., and Storytellers are already in talks to develop after school educational programs..

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cheap Football Snapback And each time, bassist Tyler Lewis will lay his double bass on its side without missing a beat, so that his bandmates may use it as a platform to shout out union praising lyrics, new and old. When playing “The Ballad of John Henry,” the band works like it’s driving steel and sounds like a pissed off locomotive. And the originals come across as being just as authentic as that timeless anthem of yore. cheap Football Snapback

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O parto

8 de dezembro

Minha pequena nasceu. É como se eu tivesse esperado a vida toda por ela… veio completar a família, minha vida, meu coração!!! Ainda não consigo ter a dimensão do tamanho do milagre que é uma nova vida sendo gerada dentro de mim. De duas pessoas que se amam, de apenas duas células microscópicas, vai se desenvolvendo um SER! Meu Deus… é de uma grandiosidade que não cabe em palavras. Nunca vou poder expressar o tamanho da minha gratidão a Deus por esse milagre.

Durante os 9 meses de gravidez, li muito sobre parto e até falei disso algumas  vezes aqui. Queria muito que fosse parto normal, conversei com doulas, fiz yoga para gestantes, pilates, li diversos livros, vi documentários, meditei… Procurei diversas opiniões, li muito sobre o parto humanizado, natural, enfim, me cerquei de toda informação que julguei necessária. Acredito que o parto seja um momento de transição super importante e que o parto normal envolva mais a mãe nesse processo de transformação, além de trazer benefícios para a saúde do bebê e a própria recuperação da mãe. Não é minha intenção me alongar nesse discurso dos benefícios de um ou outro tipo de parto. Minha intenção é contar minha história e o meu aprendizado nisso tudo.

Desde que engravidei, lembro de uma amiga dizer: “Helô, tudo que você imagina que vai acontecer… vai acontecer ao contrário, só para você ver que não está no controle de nada”. E lembrei disso diversas vezes durante a gravidez e principalmente chegando perto do parto em si. Apesar de toda a minha preparação, cheguei a praticamente 41 semanas de gestação e nada de entrar em trabalho de parto. Nada de contração, nada de dilatação, não estourou a bolsa, colo do útero fechado… E após as 40 semanas a gravidez tem que ser monitorada bem mais de perto, com exames a cada dois dias, porque aumentam diversos riscos como perda de líquido amniótico e redução da troca de nutrientes entre mãe e bebê através da placenta, ou seja, redução do aporte de nutrientes essenciais ao bebê. Pessoalmente, já vi casos em que a mãe passou sem problemas das 40 semanas, assim como já vi o contrário. Minha gravidez foi tratada como de risco, apesar de ter transcorrido tudo maravilhosamente bem, devido à possibilidade de talvez ser minha única chance de ter filhos (lembrando, os exames que fiz antes de engravidar apontavam que eu não tinha mais óvulos). Por isso, optamos por não arriscar: meu parto foi cesárea. Confiei no meu médico, que sempre foi maravilhoso comigo, extremamente humano. Aliás, foi graças a ele que engravidei sem tratamento e tão rápido, porque mais de 5 outros médicos disseram que isso seria impossível – só ele nos encorajou a tentar. Porém, desde o começo ele avisou que essa era a única condição dele (não esperar mais de 40 semanas – e ainda esperou um pouco mais). A conduta dos médicos no Brasil a esse respeito é dividida, alguns esperam mais, outros não.

O “engraçado” é que desde o início eu estava preparada para fazer uma cesárea se fosse necessário, mas não estava preparada para não entrar em trabalho de parto. Eu queria MUITO ter sentido a emoção de um sinal de que estava na hora dela nascer: uma bolsa que estourasse, uma contração… Essa foi minha maior frustração. Mas o mais interessante, o que eu quero contar aqui, é que quando decidi fazer a cesárea me peguei querendo justificar minha decisão para todo mundo, especialmente as mais defensoras do parto natural e humanizado – e para mim mesma. Mas pensei muito em tudo isso durante a gestação: humanizado não quer dizer respeitando as vontades e decisões da mãe? Não quer dizer a mulher ser a protagonista do próprio parto? Se eu li a respeito, escolhi o médico, escolhi ter o bebê no hospital e não em casa… foi tudo muito consciente. E, no final, minha vontade foi respeitada, eu tomei a decisão em conjunto com o Marcelo. Fui tratada com o maior respeito e carinho tanto pelo meu médico como por toda a equipe do Hospital (tive no Hospital dos Fornecedores de Cana, em Piracicaba). Sobretudo, minha filha nasceu bem, com saúde. Durante a recuperação da anestesia, quando ficamos numa sala ainda longe dos nossos familiares, ela ficou comigo 100% do tempo, pele a pele, no meu peito, por praticamente 4 horas. E ficamos no mesmo quarto durante os 2 dias no hospital – eu amei! Aprendi a dar banho, recebi várias dicas no cuidado com o bebê e também de amamentação (o Hospital dos Fornecedores tem um Banco de Leite excelente, super respeitado, e todas as enfermeiras da maternidade são obstetrizes). Quando recebi alta, me senti muito mais preparada (apesar de ter sentido um medo danado algumas vezes e até um pânico, que vou comentar no próximo post!).

Descobri ao longo do processo, mais uma vez, que não temos o controle que pensamos ter sobre quase nada. Esse é um tema muito recorrente para mim. Também aprendi que por mais que pensemos que estamos preparados, podemos simplesmente não estar – e não tem nada errado com isso. Aprendi que devemos ser mais flexíveis e também mais seguros das nossas próprias decisões, o que só vai acontecer se nos conhecermos bem e estivermos conectados com o nosso coração. Devemos falar e seguir a nossa verdade e de mais ninguém. Se fizermos isso e comunicarmos com respeito e carinho, todo mundo vai entender. Quem não entender… bem, na verdade o problema é da pessoa e não seu. Aprendi a ver que sim, o momento do parto é importante – mas é um dos momentos importantes e não o único. Antes dele existem 9 meses de gravidez e depois dele, uma vida toda. Tudo isso tem que ser humanizado e cada mulher tem que se sentir “empoderada” para tomar as decisões a respeito da sua família não só na hora do parto, mas para a vida. Ou seja, não devemos lutar apenas por partos humanizados, mas por relações humanizadas, sempre! Onde todas as partes devem ser respeitadas, ouvidas e estarem fortes e conscientes o suficiente para tomarem suas decisões. Durante a gravidez, percebi que estava tão preocupada em pensar como seria o parto (sendo que, de novo, isso não está sob nosso controle 100%) que não estava curtindo o melhor momento da minha vida! E cheguei à conclusão que não deveria ser assim. Por isso deixei nas mãos de Deus: fiz minha parte, fiz tudo o que estava ao meu alcance para ter um parto normal. Se não foi assim, não era para ter sido.

Para terminar, quero agradecer mais uma vez algumas pessoas que foram essenciais nesse processo de aprendizado e fundamentais para o nascimento da Mariana: o Dr. Ernesto, que nos encorajou desde o princípio e acompanhou os 9 meses com todo o carinho do mundo; a Ana Lúcia Pavão, o José Coral e toda a equipe do Hospital dos Fornecedores de Cana de Piracicaba, que tiveram um cuidado enorme conosco (e pude perceber que tem com todos que recebem tratamento lá). Também quero agradecer o carinho de todas as pessoas que me cercam, que torcem por mim (por nós), que mandaram boas energias, que fizeram visitas, mandaram mensagens… Nunca poderei agradecer essa energia maravilhosa que sinto de todos os lados! E também as pessoas que cresceram comigo nesse processo todo – vocês sabem quem são 😉

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Nossa família é muito mais completa agora! Minha pequena, meu pequeno enorme milagre, você chegou para alegrar e dar mais sentido às nossas vidas. Você foi tão, tão, tão desejada!  E ja é infinitamente amada por todos nós. Você é luz, é vida, é sonho transformado em realidade… é tudo!  Já não consigo imaginar nossas vidas sem você… Seja bem vinda, meu amor!

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Namastê! Muita paz, luz e amor na vida da minha Nininha! Vivo por ela!!!

Oi gente!!! Hoje, além de mostrar umas fotos do meu ensaio de gestantes e contar como foi, vou aproveitar para falar sobre lingerie! Toda grávida reclama que não acha lingerie para gestantes. Para não fugir à regra, eu também tive esse problema. Desde o começo os sutiãs começaram a me apertar, então eu fiquei com 2 sutiãs que ainda me serviam e que são bem confortáveis (um preto e um cor da pele) e dois tops. Quanto às calcinhas,  já tinha algumas sem costura, outras mais larguinhas e umas feitas com a volta toda de renda que não apertam, então fui me virando com elas. Mas chegou uma hora em que eu cansei de usar essas calcinhas e esses tops e eles também começaram a me apertar (no elástico acima da barriga). Além disso, como ia fazer o ensaio para gestantes, ia mesmo ter que comprar algumas coisas mais bonitas. O marido agradeceu bastante! Hehehe…. E a gente se sente bem de estar mais “bonitinha”. Fui ao shopping e procurei em cinco lojas, desde lojas de lingerie até lojas de departamento, mas nenhuma tinha exatamente o que eu queria: eu queria alguma coisa bem confortável, bonita e discreta a ponto de dar para fotografar. Nada daquelas coisas gigantes que a gente só acha em bege, nada daquelas coisas sem forma. Procurei, procurei, mas não achava nada. Estava quase desistindo quando resolvi ir na Scala. Aliás, eu sempre compro lingerie lá porque acho muito confortável. Juro que não ganho nadinha deles hahaha, mas bem que podia porque faço mesmo propaganda há tempos! Nenhuma lingerie é específica para grávidas, mas vou explicar suas vantagens 😉

Encontrei diversos conjuntos que eram certinho o que eu queria, alguns coloridos, outros de cores mais neutras mas não caretas, todos muito, muito confortáveis. Foram esses conjuntos que usei para fazer as fotos de gestante, que ganhei de presente da maravilhosa fotógrafa e querida seguidora do blog Kika Mortari, que tem uma história maravilhosa de superação contra o câncer. As fotos foram feitas na trigésima quarta semana, num sábado à tarde na casa da minha tia Cidinha, que é linda. Pedi emprestada! A Karen, produtora da Kika, também estava presente para ajudar a deixar todas as fotos lindas.

Essas fotos normalmente são bem rápidas, para não cansar muito a gestante. Ficamos cerca de 2 horas fotografando com diversas produções. Fiz as unhas e uma escovinha no cabelo no dia anterior e no dia eu mesma fiz a maquiagem (e troquei o batom para algumas fotos, parece que não mas faz diferença!). Além de ter sido uma tarde deliciosa, cheia de gente incrível em volta, de conhecer a Kika e a Karen, ainda vou ter essas fotos lindas para sempre registrando esse momento tão especial! Aqui vão as melhores fotos e as melhores lingeries!!!

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Esse é um top branco bem confortável (não tem aro) com alças removíveis, então ele pode virar tomara que caia.  E a calcinha é mais larguinha e de um tecido muito confortável também. Cheia de detalhezinhos, não fica sem graça. O tecido é como se fosse uma renda de malha, então fica charmoso sem ser desconfortável.

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O mesmo conjunto visto de outro ângulo…

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Esse é o meu sutiã velho mesmo rsrsrs e a calcinha é nova da Scala, no mesmo tecido que o branco com a cintura e as pernas em uma renda diferente. Foi a única estilo short que eu comprei, não gosto muito. Mas era o que tinha em preto (estava com muita coisa colorida por ser primavera/ verão).

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Esse penhoar é de família, nem sei mais de onde veio rsrsrs….

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Esse é um conjunto bem lindo em degradê de tons de azul marinho até chegar no branco, com a renda azul marinho em cima. O top é tomara que caia e sem aro, mas tem um bojo para não marcar. Dá para amamentar com ele (é só levantar de um lado, depois do outro). Comprei um conjunto nesse tom e outro com a renda laranja e o degradê azul. Amei, estou usando com tudo!

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Algumas fotos (como essa) são só do ensaio para vocês verem!

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Esse papai envergonhado ficou morrendo de vergonha de participar, mas não ficaram demais as fotos com ele?

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É muito amor para deixar de fora!!!!

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E, para terminar, esse top é demais de confortável e também dá para amamentar naquele mesmo esquema de levantar de um lado e depois do outro. Sem aro nenhum, mas com bojo. A calcinha é mais estreita, como a do conjunto degradê de azul, com as laterais de renda, muito confortável! Aquela renda macia, que é como se fosse uma renda de malha. Comprei um conjunto bege e um azul marinho desse, já usei mil vezes cada um rsrsrs… O único defeito do top, na minha opinião, é que ele é “alto” em cima, ou seja, não dá para usar com blusas mais decotadas que ele aparece – e ele não tem regularem na alça, então não tem como “descer”. Dependendo da blusa fica até bonitinho porque é renda, mas dependendo… tem que usar com outra coisa! E uma vantagem é que a parte de baixo dele, que fica acima da barriga, é de uma renda de malha com elástico muito confortável, que não aperta (sabemos como isso incomoda e pode até dar as terríveis gases, né grávidas?)

Além dessas lingeries da Scala, queria dar uma outra dica para vocês! Coloquei um tempo atrás no meu insta, mas acho que não cheguei a colocar no blog. A Nola Lingerie, do Rio de Janeiro, tem vários modelos dessas calcinhas assim como as da Scala, com essa renda de elástico/ malha, bem confortáveis. E tem também tops de renda sem aro, mas com bojo, confortáveis e discretos. Podemos fazer as compras pela loja on line e receber em todo o Brasil.

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Esse é um dos tops…

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E esse é o conjunto de calcinha e sutiã, mas desconsiderem o sutiã porque com aro não rola (por enquanto, né?). A calcinha é super confortável e linda. O instagram é nolalingerie e o site é www.nolalingerie.com.br

Boa sorte às futuras mamães e a todas que quiserem experimentar, afinal, nenhuma das lingeries é específica para grávidas!

Ah, e para quem quiser, segue o contato da Kika: kmortari@uol.com.br e instagram: kikamortarifotografia

Outubro Colorido!!!

2 de outubro

Outubro começou! Esse mês é conhecido mundialmente como “Outubro Rosa”, um mês todo dedicado à prevenção do Câncer de Mama, discussões sobre o tema, tratamentos, alternativas… Para mim, esse mês acende um holofote sobre todas as mulheres que sofrem qualquer tipo de câncer, afinal todas elas passam pelas dificuldades que a doença traz, muitas vezes com perda de cabelos e outros efeitos colaterais de quimioterapias, radioterapias, cirurgias, passam pelos medos, dúvidas, carências, pela necessidade de apoio… enfim, tudo em que o Outubro Rosa foca. Eu tive Linfoma e não Câncer de Mama, mas outubro é sempre um mês de muito movimento, com eventos, palestras, conversas e muita reflexão.

O título desse post é uma brincadeira minha, porque outubro é um mês muito marcante para mim. Sempre gostei de outubro como gosto das quintas-feiras: ainda não é propriamente o fim do ano ou o fim de semana, mas já tem aquele gostinho de coisa boa chegando, aquela expectativa toda cheia de possibilidades a se descortinarem perante os nossos olhos, aquela sensação de mais da metade do dever cumprido… e as recompensas se aproximando! Outubro é o início da primavera, essa época do ano tão linda e encantada! É o mês do aniversário da minha mãe (aliás, num dia que acho lindo: 10 de outubro), é o mês que tem o feriado de Nossa Senhora Aparecida, o Dia das Crianças, o Dia de Santa Edwiges, de São Judas Tadeu… Para outubro eu marquei meu casamento com o Marcelo pela primeira vez, em 2008. Aí nos separamos por 8 meses, voltamos e casamos no outubro seguinte, em 2009. Em outubro de 2011 eu fui internada com a trombose – meu primeiro sinal do câncer – a primeira das internações que culminaram na descoberta da doença e início do tratamento.  E agora pode ser que outubro marque também o nascimento da minha pequena, o milagresinho (só porque ela é pequena, porque o milagre é gigante) que carrego dentro de mim, e que vai se chamar Mariana justamente por causa de Nossa Senhora, que tanto atende meus pedidos.

Hoje me peguei pensando em tudo isso, preparando minha palestra de sábado (da qual falei no post anterior). Revi meus vídeos no youtube e me peguei chorando. Lógico que a gravidez me deixa mais emotiva hehehe, mas é impressionante pensar quanta coisa se passou… o tratamento, o apoio das pessoas ao meu redor, o blog, as proporções que ele tomou, tudo que me trouxe de aprendizado, as amizades, o conhecimento, as possibilidades, os milagres… tantas coisas pelas quais eu sou grata! E pensar que logo eu vou ser mãe é a coisa mais maravilhosa da minha vida, é o meu maior sonho se tornando realidade, para mostrar que nada é impossível quando a gente substitui no nosso coração todo o medo pelo amor e pela aceitação. Se eu realmente não pudesse ter filhos, ainda assim encheria meu coração de amor e gratidão. Podendo, então… nem dá para contar nos dedos quantas vezes já me peguei chorando por aí só de pensar que esse meu sonho está se materializando. É uma alegria tão grande que eu nem imaginava ser possível.

Enfim… outubro para mim é muito mágico: renovação, conclusão, início, sonhos, expectativas, esperanças, cores… tudo junto, num mês só. Outubro para mim é lindo!!! Espero que para vocês também… E que ele venha cheio de todas as bênçãos que puder trazer!

Namastê!

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Palestra neste sábado!

30 de setembro

Oi gente! Neste sábado, 04 de outubro, vou participar de um evento de cuidadores realizado pela Sanofi Aventis! Às 10h15, darei meu depoimento sobre a minha história para pacientes e cuidadores – e quem mais se interessar! O evento, aberto a todos (só sendo necessário realizar a inscrição pela internet) será das 09h às 12h e, além de mim, terá a participação de outros palestrantes, falando também sobre alimentação no tratamento, maquiagem e lenços. Será em São Paulo, na APM (Associação Paulista de Medicina) – mais detalhes no pôster abaixo. O post aparece com resolução ruim, mas se você clicar sobre ele abre com resolução boa. Quem quiser ir pode se inscrever neste link: https://pt.surveymonkey.com/s/JQF7CMV – é só preencher o formulário com os seus dados (o link do pôster não funciona porque ele está salvo como imagem, tá? Sorry rsrsrsr). Vamos amar ver vocês por lá!!!!

Palestra Sanofi